| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Charadriiformes |
| Subordem: | Lari |
| Família: | Laridae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Subfamília: | Larinae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | L. modestus |
Os adultos chegam a ter até 45 cm de comprimento e a pesar entre 360 e 400 gramas. A cabeça é branca no verão mas cinza-amarronzada no inverno. O corpo e asas são cinza com a região dorsal sendo mais escura que a região ventral. As penas de voo são pretas e as primárias e secundárias têm pontas brancas, visíveis durante o voo. A cauda tem uma faixa preta com uma borda branca. As pernas e o bico são pretos e a íris é marrom. A vocalização é similar à da gaivota-alegre.
A ave usa o bico para sondar o sedimento procurando por invertebrados, em particular caranguejos-da-areia. Também alimenta-se de peixes e poliquetas, come carniça e às vezes segue barcos de pesca para comer as sobras de peixe.
A umidade, velocidade do vento e a temperatura, tanto do ar quanto a das superfícies, variam muito a cada dia, e a gaivota têm de usar vários mecanismos termo-regulatórios para manter o seu corpo, os ovos e os filhotes em condições aceitáveis. Na parte mais quente do dia, o pai fica em cima do ninho para prevenir o aquecimento dos ovos e dos filhotes. Os ovos precisam ter cascas impermeáveis para evitar a perda de muita água por evaporação.
Quando os filhotes nascem, os pais fazem uma viagem de ida e volta até o mar para levar comida e água para a prole.
O habitat da gaivota-cinzenta consiste em praias e lamaçais ao longo da costa oeste da América do sul. uma parte das gaivotas se reproduz no no deserto de Atacama no interior do chile.
No deserto do Atacama, a gaivota-cinzenta reproduz-se no interior, longe do litoral. Sua distribuição não-reprodutiva inclui Costa Rica, Colômbia, Equador, Peru e Chile, e já foi registrada nas Ilhas Malvinas e nas ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul. É vagante no Panamá. No brasil há apenas registros no estado de Santa Catarina.